Em tempos de patrulha ideológica, é preciso coragem para sair em defesa de dois ícones celibatários do nosso mercado: o menino prodígio conhecido como VACALOUCA e seu fiel escudeiro, o bispo EDIMAIS MACEDO, megaempresário do setor Igrejas S/A. É de uma insanidade atroz alguém olhar para um homem como o VACALOUCA — terno de grife, gravata impecável, sapatos italianos e residente em mansão — e cogitar que um elemento tão distinto precise de fraudes. Um absurdo! Ele já é rico, com sede na “Faria” Lima. Ora, se o pessoal lá é chique e “Faria” isso, ele certamente não “Faria” aquilo.…
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